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Colapso

Calibra a revolta

Que explode na garganta
Tem pólvora na boca do povo
O que é antigo
Tem fome de novo

 
 Retorcem de fome
Implode no peito
E dói na barriga
 

Na sala do tempo
Estoca o vazio

Que bate intenso
No tambor do coração

 
Meus olhos pesam
Aprofundados em si mesmos 
Sob a marcha cíclica 
Reajo aos bocejos

Arquejos de pânico
E lampejos de paz 
Entre demência e ciência
Ranjemos os dentes

Plantei  sementes em meu estomago
Perdi-me em reflexão

Brotando em mim 
O som do vacuo
Mas nos dentes do mundo
A mudança vive
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 20/11/2015
Alterado em 06/02/2017
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