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   Texto escrito originalmente em 2008, versão atualizada...

        Por fim, Vinícius

 
     Em meio a química das gavetas de arquivos metálicos ao possível desabamento das geleiras polares, há um vendaval por onde o tudo e o nada passam.
     O fogo é intenso na extensão da pele, sente o brandir da fagulha do desejo no atestado da vida. De sumo importância a sua infância, seu velho passado e bons presságios. As verdadeiras alegrias da etnia, futebol, samba, arroz, feijão, cachaça. Carnaval, ciranda, rock'n roll, paixão e desgraça. Muito limão no sangue. Em meio às químicas de seringas e embalagens, vidas postas, introjetadas no subconsciente sanguíneo.
     Julguei um céu de estrelas como algo singular, e vi tantos mares à noite qual nada pode subverter.
     Mas há lembranças únicas de um bom passado, e um presente que se faz constante. Bom futuro para todos. Que seja eterno enquan
to dure.
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 06/07/2016
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