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 Glóbulo Veneno
 
Vi a vida esvaindo num saco de entulhos
E a minha em um naufrágio de pensamentos
Em meio a um mar de delírios
Sob um céu de fuligens

Odiei a rotina dos dias
Os venenos tóxicos do mundo
A labuta imperiosa que verte moribunda
A servidão sem fim e todas as regras
 
Vi a miséria sendo esquecida
Na boca dos que mais falavam
Lamuriando em becos e sarjetas
Rodeada de vícios e restos

E os tumultos
Sobre cabeças
Implodindo seus crânios
Como neurouniversos abarrotados de informação

Restam aos poucos
Onde corações acalentam
Exclusivo amores
Inclusivas dores
De febre ignota
Estigmatizadas emoções
Seu território, suas razões.
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 24/02/2017
Alterado em 15/04/2017
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