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Somos um tempo limitado de ventos que se batem diante
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Perdi-me nas vozes
Que voavam
E a vontade do vento
E tudo o mais
Nada faria sentido algum
Mesmo se quisesse
Não com essa perturbação que grita em silêncio
No meio da pedra enborrachada
Lembrou-se de pisar na areia fofa
E ver o sol se pondo na montanha
Banhando-se nas águas
Salgadas e doces
Trilhando terras
Passam eras
Pelas horas
Conhecendo o mundo
Em sintonia adjunta
Lançando-se ao ar
E ao abismo cronológico
De ponteiros que giram
Numa espiral infinita
Vendo o que o faz viver
E o que roda engrenagens
O que o faz desistir
Depois que tudo acaba
E nada acaba
É um sopro de vida que vai embora
E depois se solta
Voltando para o espaço etéreo
Atravessando o mundo em meia poeira
E tudo retorna ao mesmo lugar
Ou não
Tudo muda o tempo todo
Caminhando para algum desfecho
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 24/02/2017
Alterado em 24/02/2017
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