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Somos um tempo limitado de ventos que se batem diante
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As horas no céu
 
Suporta as horas
Que ganhou sozinho
Seu tempo mesquinho
Seu vento delirante
Rechaçado no relento
Que sobrevém da noite
Observando perdido
A luz incandescente
Que refulgia da lua branca
Seus olhos estremecem
Ao ouvir o estalido da máquina
Um tremor vítreo de concreto
Infligindo seu frêmito constante
Apagando o silencio
Que nos põem a pensar
No ventre do lar
Vê-se quieto
E atento ao raciocínio
O silencio interno
Que se reproduz
E nos olhos a essencia sem palavras
E as palavras que se perdem
Voando na aura noturna
E na quietude infinita do universo.
 
O que de Souza
Enviado por O que de Souza em 24/02/2017
Alterado em 24/02/2017
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